segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Gimme truth and i'll give you something good to die for

 Tolos, só o que vejo são tolices. Os fatos dançam nus em frente a seus olhos e você comenta suas roupas. Uber-estima, estima-se falsamente e não convence, Ao menos não a mim. Tola, tola, não machuca se tolir com tanto ardor? O quão bela é esta verdade de cílios postiços e espartilhos apertados, a ponto de não querer a despir?
 Enfim, insana sou eu. Louca. Na busca da verdade absoluta tornei-me dura. Há cura?
  Não sentirei o que não alcançar as vistas, mas as pistas do que está por vir estão todas mal escondidas, só são boas para quem as oculta.
 Mas eu gosto é da verdade crua, cruel, a que transpira o sangue ainda quente, cheira a morte. Com sorte quem morre não sou eu. O tempo corre. Morreu muita coisa dentro de mim e não direi que não doeu, mas fez de mim quem sou. O que não finda acresce. Essa é a dádiva.
 Mas os tolos a merecem? Só merece quem quer.

3 comentários:

  1. Uaau, realmente AMEI, o texto, alias mais do que amei, é inexplicável! Estou seguindo, se der passe pelo meu, obrigada.

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  2. Só merece quem quer, e faz valer a pena. Mas fica uma dica: Quem acredita só no que os olhos veêm, te o mundo muito pequeno... Abraço!

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  3. Oi Cindy, gostei muito dos seus posts depois passa no meu blog. Contos, poemas e problemas.
    http://wglacerda.blogspot.com/
    até. :)

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