segunda-feira, 8 de novembro de 2010

i beg for the peace and joy in you minds

 Aquela dor de cabeça era horrivel, sentia como se tudo acima de meus olhos houvesse sido decepado, mexer as palbebras doía. Fui dormir, enxaqueca não se cura com remédios.
 Sonhei, como há muito não fazia, todas aquelas coisas, as que me perguntava a semana toda estavam lá, pois até meu subconsciente parecia querer me dizer o que todo mundo já havia me dito: arrisque-se!
 Eu odeio seguir conselhos alheios, é uma questão de orgulho e respeito prórpio, e ás vezes eu odeio meu subconsciente (sei lá eu o porque), e o que eu mais odeio é quando o chão em que eu piso não é firme, eu galgo devagar sentindo cada imperfeição, mas, dessa vez, eu não tinha nada, mas ninguém achava isso relevante. Ás vezes acho que é isso que me separa de todo mundo: realismo, as pessoas adoram se enganar, e gostam mais ainda de serem enganadas, eu sei o que faço e o que quero e fico demasiado cuidadosa por isso, o que muitas vezes é conflituoso. Por exemplo, sou hiper compulsiva por comprar, ou customizar (leia estragar) roupas , por vezes falo tudo, até o que não devia, eu não me importo muito com os outros, ou com o dinheiro, o resto dos bens, eu só me importo comigo, e comigo eu tomo cuidado demais.
 Eu já sabia todas as respostas mas eu não tinha coragem para executar os planos frágeis em que passava horas a fio a trabalhar, é tudo tão cheio de falhas... eu sou tão cheia de falhas! EU, quem crê ser a única apta a não falhar.

Um comentário:

  1. São com as falhas que as mais valiosas lições são aprendidas. Não que seja bom falhar, mas tbm não é de todo ruim.
    Gostei bastante ;)

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